sábado, 16 de fevereiro de 2013

Quem é o mais forte?

Foto : Kim Hong-JI/Reuters
Manifestantes da Coreia do sul fizeram uma manifestação pacífica contra o terceiro  teste nuclear realizado pela Coreia do norte na fronteira dos dois países no último dia 12. Em desaprovação e como forma de pedido de socorro, os ativistas soltaram balões de gás contendo frases como, "Pare com atos provocativos com mísseis e testes nucleares" e "A dinastia Kim em breve entrará em colapso."   Atividades subterrâneas com artefatos miniaturizados, fazem parte de una série de ensaios na tentativa de elevar o nível de proteção contra inimigos fortes como os Estados Unidos, segundo o governo do ditador Kim Jong-Un, obrigando os moradores das proximidades a procurarem refúgio em abrigos militares. A Organização das Nações Unidas já havia declarado a atitude norte coreana ofensiva desde os testes com mísseis de longa distância em dezembro passado, que segundo o governo era apenas um programa espacial, porém os testes continuaram sob a alegação de proteção da segurança nacional e soberania. Outros dois ensaios deste mesmo tipo foram feitos em 2006 e 2009, dentro dos padrões de pesquisa sem agressões ao meio ambiente segundo os norte coreanos. O governo brasileiro declarou que vê com preocupação o episódio. 
O direito a expressão, deu ao povo a possibilidade de se manifestar e extravasar  sua insatisfação, isso já é um grande passo na satisfação humana, mas não garante que sejam ouvidos, principalmente quando se trata de um ditador de nascença como Kim Jong -Un, que substituiu seu pai Kim Jong-II, falecido em 2011. Essa válvula de escape acalma os ânimos, fornecendo tranquilidade para futuras decisões por parte dos líderes pressionados pela opinião pública, afinal, expressões violentas cobram atitudes no mesmo tom por parte dos governantes. Exemplo disso foi a captura de Osama Bin Laden, o povo tinha sangue nos olhos, o que desencadeou uma verdadeira caça sangrenta ao terrorista.
Nessa disputa de poder, onde conceitos de segurança são verdadeiros engodos na briga para saber quem é o mais forte, e futuramente o dominador, remete-nos ao período medieval quando impérios rivais eram subjugados para colher maior quantidade de impostos e o temor dos mais fracos.
Eu fico pensando no caso do meteorito que caiu ontem na Russia, se fosse a alguns anos atrás (Guerra fria), quando os russos eram uma potência nuclear e possuíam um ódio cinematográfico dos Estados Unidos, e as notícias não tinham a velocidade da internet. Será que um mal entendido não geraria uma guerra nuclear? Enfim, isso não aconteceu, então vamos deixar para lá. Mas agora temos uma nova ameaça declarada, e cabe a nós entendermos um pouco de política e sobrevivência para lançarmos um alerta de perigo (com luzes vermelhas, giroscópios e sirenes) nesse caso que também nos engloba, afinal vivemos no mesmo planeta que os norte americanos e norte coreanos.
Então, quem é o mais forte? Na minha opinião é aquele que não precisa medir forças para mostrar seu poder, mas demostra com atitudes diplomáticas, avanço da ciência, qualidade de vida, respeito aos humildes, educação, saúde e tudo mais que você gostaria de ter para se considerar um cidadão respeitado.

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