O Palácio Felipe Camarão, sede da prefeitura de Natal - RN, foi palco de uma manifestação pacífica, porém suja. Um grupo de pessoas, através de redes sociais, organizaram um protesto diferente, eles depositaram lixo em frente a repartição pública, protestando pela falta de coleta regular. A rua Ulisses caldas foi interditada por causa da quantidade de detritos jogados por manifestantes. A guarda municipal formou um cordão de isolamento impedindo que o lixo fosse jogado dentro da prefeitura. No final da tarde, caminhões de coleta chegaram para retirar o produto da insatisfação do povo, garantidos pela presença da polícia militar. Não houve confronto.
Seja em Natal-RN ou São Gonçalo-RJ, lixo é lixo, aliás em qualquer lugar do mundo. O que é jogado fora trás consigo a certeza de que não é bem vindo, não é agradável, não é para estar perto das pessoas. Assim como o corpo expeli os resíduos dos alimentos que não serão mais aproveitados, sendo assim nocivos ao bom funcionamento do organismo, a sociedade precisa eliminar os restos do seu consumo diário.
Esta crônica é um apelo aos amigos e amigas que fazem de seus bairros, local de convívio, lazer, descanso, estudo, trabalho, enfim, de lar. Uma rua limpa demostra a educação de seus moradores. Em Natal, os manifestantes mostraram que não se conformam em conviver com o lixo em suas portas, por isso, de forma pacífica (mas suja), fizeram sua voz ser ouvida.
Eu, comecei pela minha casa, acomodo o lixo em sacos biodegradáveis e separados para a coleta seletiva, ensino meus filhos sobre os benefícios de agirem assim e dou o exemplo até mesmo na rua, colocando o que não irei mais usar no seu devido lugar, na lixeira.
Vamos construir um país limpo, pois, são nas pequenas atitudes que começaremos a limpar as ruas, depois as mentes, e enfim os corações.

Como já dissse Chico Sais, da lama ao caos do caos a lama.
ResponderExcluireu digo que a revolta inspira revolação
PAZ.