"Hoje é aniversário de casamento do sr. Alberto e da sra. Joana. Apaixonados que são nunca deixam de presentear-se. Precavido, o seu Beto comprou um lindo anel de brilhantes e guardou dentro do seu sapato preferido que o acompanha há 10 anos, mesmo estando velhinho era o que o patriarca da família mais gostava e usava, depois de muitas reformas ele trazia boas lembranças de experiências vividas. Mas, dona Joana vaidosa como uma garotinha de 15 anos, insistia para que o seu marido comprasse um par de sapatos novos, principalmente para comemorarem o aniversário de casamento juntos. Pensando em fazer uma surpresa ao amado ela comprou sapatos novos e colocou no lugar dos preferidos, jogando-os na velhos na lata do lixo. Quando chegou a noite o seu Beto, tomou um banho gostoso, fez a barba, colocou o prefume que a amada gosta, a cueca sensual, as meias da sorte, a calça de linho, os sapatos pre... Ué onde estão meus sapatos prediletos? Que sapatos novos são esses? Gritou o sr. Alberto preocupado. Logo veio a sra. Joana sorrindo e falando: Suuuurpreeeesaaaa? Onde estão meus sapatos mulher? Falou o marido com um nó na garganta. Joguei no lixo, aqueles sapatos não valem nem 1 real. Exclamou a esposa com cara de desdém. Eu também tenho uma surpresa para você, hoje eles estão valendo 2 mil reais. Disse o sr. Alberto quase sem voz. Mas, como? Perguntou a esposa. O seu presente de aniversário estava escondido dentro dele. respondeu o marido balançando a cabeça não querendo acreditar, talvez mais pelo sapato do que pelo presente. Afinal, o sapato não tinha valor de tão precisoso que era. Quando ouviram o barulho do caminhão de lixo correram até a lixeira e encontraram os sapatos com o anel dentro, pouco antes do lixeiro pegar na alça da lata e observar a cena sem entender nada. Passado o susto, se arrumaram e foram para um restaurante chic, ela com o o novo anel e ele com os sapatos velhos."
Quanto mais velhos ficamos, mais manias temos. São coisas pequenas, as vezes uma coleção de tampimhas de garrafas, cartões telefônicos usados, sucata ou até mesmo calçados antigos. Mas, independente do que seja, é algo importante para quem coleciona. E quando outra pessoa não entende e joga fora, vemos um caso de falta de respeito.
Respeito é a linha que mantém firme a individualidade do casal. Somos seres sociais com atitudes individuais como por exemplo: Sair com os amigos, assistir o jogo do time de futebol preferido, pescar, jogar cartas, entre outras. Esses momentos servem tanto para manter as amizades (não vivemos sem nossos amigos do peito) como para sentir saudade da esposa ou marido e voltar para casa para matar a saudade (se é que você me entende). Se o outro não entende e priva o parceiro de suas alegrias individuais, a linha do respeito é invadida e toda ação tem uma reação, logo a troca de desrespeito fica insuportável. A confiança é uma forma de respeito às promessas feitas no altar (ou ao pé do ouvido), pois se eu confio que minha esposa me ama, então ela não fará nada para me deixar triste, tanto na minha presença como na minha ausência.
Enfim, existem outras formas de respeito como a fidelidade (que não diz respeito somente a relacionamentos extra-conjugais, mas a promessa de amar, protejer, formar uma família até que a morte os separe), o sustento (que não diz respeito somente a alimentação, vestuário, saúde e vaidades, mas também a carinho, paixão, companheirismo, cumplicidade e sinceridade) e crescimento (o casamento trás maturidade. Precisamos ser pessoas melhores quando convivemos com alguém. Isso quer dizer que o casamento deve nos ensinar lições que não aprenderíamos solteiros). Respeite seu companheiro ou companheira mesmo que você não enetenda os motivos, o fato de vê-lo ou vê-la feliz já é motivo sufuciente.
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